hola quisiera saber cómo conseguir un certificado de bautismo de mi abuelo, que nació en Linares, Jaén.

gracias por su atención esperamos una respuesta si es posible, porque no tengo otra manera de ir porque yo vivo en Brasil, pero una vez más gracias.
Al igual que el museo Raphael, se puden visitar de miercoles a domingo. Creo que el horario para ambos es de 10 a 14 y de 17 a 19. (?).
Gracias por la informacion lo tendré en cuenta en mi proxima visita a Linares.
Un saludo,
Pues gracias por brindarme la oportunidad de verla, me gustaria saber si se puede visitar, asi cuando vuelva por Linares será una de mis prioridades, es preciosa.
Saludos Ccarlos.
Al igual que el museo Raphael, se puden visitar de miercoles a domingo. Creo que el horario para ambos es de 10 a 14 y de 17 a 19. (?).
guisos, que hace colar cada día y guardarlo en la orza mediana cuando
ya empieza a tomar sabor. Les da dos litros de aceite usado, cuatro pedazos
grandes de jabón y un buen trozo de tocino añejo para el caldo. E s
muy caritativa la Señora Doña Vicenta con sus dos criadas...» (pág 49).
Vistos los elementos estructurales de la obra, pasamos a s u valoración.
Tiene el autor habilidad para crear situaciones, contar historias con
humor socarrón y con fuerza dramática. Sabe inventar personajes independientes
y domina el lenguaje. No obstante, la novela moderna frente
a la tradicional pide concisión y sencillez en la manera de narrar. Por
tanto, para redondear la obra habría tal vez que seleccionar y condensar.
Hay demasiados personajes, se cuentan en ocasiones aspectos accesorios
para el desarrollo de la historia, algunas descripciones son detal
l i s t as en aspectos no poéticamente necesarios. E l narrador debe sugerir
y no mostrar directamente, y ello puede hacerlo seleccionando bien el
mundo recreado en la novela. Esto llevará al lector a captar por s í mismo
la intención del autor al escribir el libro. Precisamente esto es lo que no
hace Francisco Casas que en este caso, como narrador-personaje al final
de la novela, en s u última reflexión y como conclusión, especifica al
lector el sentido de la obra. No deja que el lector llegue por sí mismo a
deducir de la historia contada la realidad connotada.
No obstante lo dicho, es una novela de gran fuerza dramática, un
retrato de la sociedad rural con personajes creíbles, vivos y duros.
E n cuanto al último aspecto de nuestro análisis, la obra y su circunstancia,
nos detendremos únicamente en el movimiento y en las
fuentes literarias. Con respecto al primer punto, Ocho de enero se encuadra
en el movimiento tremendista de la novela realista. Por otro lado,
por lo que se refiere a las fuentes literarias, tal vez por ser la primera
novela que publica Francisco Casas se rastrean fácilmente. Veamos las
principales.
E l estilo de la novela se encuentra influenciado por dos corrientes,
siendo la primera de ellas la literatura clásica. Dentro de ésta, la fuentes
tomadas por el autor son, entre otras, la novela picaresca (en concreto
PURIFICACIÓN ALCALÁ ARÉVALO
p o r la p e r s p e c t i v a e n la q u e s e n a r r a n los a c o n t e c i m i e n t o s) y las o b r as
d e C e r v a n t e s y Q u e v e d o. Los m o d e l o s d e la n a r r a t i v a a c t u a l c o n s t i t u ye
la s e g u n d a corriente de i n f l u e n c i a m e n c i o n a d a. En este s e n t i do
F r a n c i s c o C a s a s i n c o r p o r a las t é c n i c a s n a r r a t i v a s a c t u a l e s c o m o la s e g u n d
a p e r s o n a n a r r a t i v a, el m a n e j o del t i e m p o y el u s o d e l l e n g u a j e c o l o q
u i a l y d i r e c t o.
C o m o p a r a d i g m a d e lo d i c h o r e s e ñ a m o s los s i g u i e n t e s c a s o s e n los
q u e s e o b s e r v a n los m o d e l o s l i t e r a r i o s c o n c r e t o s t o m a d o s p o r el a u t o r:
La f o r m a d e e s c r i b i r e s t á i n s p i r a d a e n C a m i l o J o s é Cela, d e q u i e n se
m u e s t r a u n leal a d m i r a d o r.
La c r e a c i ó n d e u n p u e b l o i m a g i n a r i o s i t u a d o e n t r e u n m a r d e o l i v os
d e n o m b r e Virimar, sin l o c a l i z a c i ó n g e o g r á f i c a p r e c i s a, e s u n a i d e a t o m a d
a d e W i l l i a n F a u k n e r r e c r e a n d o el m i t o d e r e g i ó n.
La e s t r u c t u r a n a r r a t i v a d e la o b r a es s e m e j a n t e a la u t i l i z a d a por
A n t o n i o M u ñ o z Molina e n El jinete polaco. En a m b o s c a s o s, u n p e r s o n
a j e s a l e del p u e b l o, v u e l v e a él d e visita y r e c r e a su v i s i ó n s o b r e sí
m i s m o y s o b r e l o s d e m á s h a b i t a n t e s d e l p u e b l o. N u e s t r o a u t o r n o e s c o n d
e la i n f l u e n c i a d e e s t e m o d e l o, p o r q u e i n c l u s o i n t r o d u c e e n su r e l a to
l o s n o m b r e s d e d o s p e r s o n a j e s d e El jinete polaco.
«... en las chapas oxidadas de la fundición Fuentes Cardona ¿Ramiro
Retratista, El comandante Galaz?... saboreas esos recuerdos y situaciones»
(pág 190).
A d e m á s d e e s t a s f u e n t e s g e n e r a l e s, si p o r m e n o r i z a m o s el a n á l i s is
p á g i n a a p á g i n a v e m o s e n t r e o t r a s las s i g u i e n t e s r e f e r e n c i a s l i t e r a r i a s:
En la p á g i n a d o c e, e n el p á r r a f o «con l a s m o z a s c o m o d e s c u i d e s... y
s e d e d i c a a la c e r v e z a y la tapa», e n c o n t r a m o s u n a i m a g e n t o m a d a de
J u a n Ruiz, A r c i p r e s t e d e Hita, e n su o b r a Libro del buen amor c u a n do
d i c e:
«Aristóteles dijo, y es cosa verdadera, que el hombre por dos cosas labora...
y la segunda era haber ayuntamiento con hembra placentera".
En la m i s m a p á g i n a d o c e la f r a s e «la e n f e r m e d a d y la m u e r t e n o r e s p
e t a n e d a d, s e x o... y... a e l l o s a l c a n z a e iguala», r e c o g e u n a i d e a t o m a d
a d e Las coplas de la Danza de la Muerte, de a u t o r a n ó n i m o d e l s i g lo
XIV.
I g u a l m e n t e r e f e r e n c i a s a u t o e x p l i c a t i v a s d e M i g u e l d e C e r v a n t e s y de
El diablo Cojuelo de V é l e z d e G u e v a r a las t e n e m o s e n las s i g u i e n t e s fras
e s:
6 86
APUNTES SOBRE EL ESTILO Y LA LENGUA DE FRANCISCO CASAS EN LA NOVELA
«Don Quijote no v o l v ió de su primera aventura y desventura maltrecho y
apaleado que los dos viejos Sujarrones aquella tarde de Santiago» (pág
2 8).
«te siente ávido de entrar hasta lo más oculto de sus casas como moderno
cojuelo» (pág 2 4).
La h i s t o r i a d e l m u c h a c h o q u e fue a D a m a s c o p a r a a p r e n d e r, está
r e c o g i d a d e la o b r a El camino delJufí de I d r i e s Shah.
Y d e s d e el p u n t o d e v i s t a i d e o l ó g i c o, las i d e a s s o b r e la j u s t i c ia
e x p r e s a d a s p o r el p r o t a g o n i s t a 5 t i e n e n la b a s e filosófica d e la o b r a de
F e d e r i c o N i e t z c h e.
T o d a s las f u e n t e s s e r á n m e n o s e x p l í c i t a s c u a n d o el a u t o r e n su
s i g u i e n t e n o v e l a, q u e e s p e r a m o s s e a p u b l i c a d a p r o n t o, v a y a e n c o n t r a n d
o su p r o p i o e s t i l o.
E s t a s i n f l u e n c i a s n o h a n m e r m a d o la o r i g i n a l i d a d d e l e s c r i t o r, p u e s,
c o m o h e m o s v i s t o d e s p u é s d e a n a l i z a r l o s d i s t i n t o s a s p e c t o s d e la o b r a,
s e l l e g a a l o m á s p e r s o n a l d e l a u t o r, a s u e s p e c í f i c a v i s i ó n d e l m u n d o.
La o b r a, c o m o h e m o s c o m e n t a d o a n t e r i o r m e n t e, es u n a u n i d a d en
c u y o c e n t r o e s t á el a u t o r, d e m a n e r a q u e e s s u e s p í r i t u el q u e c o n s t i t u y
e el p r i n c i p i o d e c o h e s i ó n i n t e r n a d e d i c h a o b r a y el q u e a p o r t a u n o
d e l o s a t r a c t i v o s d e la l e c t u r a.
5. Léase al respecto la pág 122.
BI B L I O G R A F ÍA
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PURIFICACIÓN ALCALÁ ARÉVALO
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VOSSLER, K: Filosofía del lenguaje, Losada, B. Aires, 1 9 6 8.
6 88 ... (ver texto completo)
las costumbres del pueblo: comidas, matanza... están llenas de sabor
costun:'n'ista, potenciado, además, por la incorporación al texto de canciones
populares.
En cuanto al lenguaje alternan dos niveles: el nivel culto-elaborado,
sin rasgos dialectales, presente en los monólogos o reflexiones y descripciones,
y el nivel coloquial-vulgar, a veces con rasgos específicos del
ambiente rural, dominante en los diálogos. Veamos un ejemplo de un
tipo y de otro:
De nivel coloquial:
«Su padre ya lo ... (ver texto completo)
d e la familia. La p e r s o n a n o e s t á c o n s i d e r a d a p o r sí m i s m a, p o r s u s p r o p
i a s c u a l i d a d e s. El d i s t i n t i v o f u n d a m e n t a l es la t i e r r a, p u e s el e s t a t us
s o c i a l v i e n e d e t e r m i n a d o e n f u n c i ó n del g r a d o d e su p o s e s i ó n. En e se
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APUNTES SOBRE EL ESTILO Y LA LENGUA DE FRANCISCO CASAS EN LA NOVELA
s e n t i d o h a y u n a s e p a r a c i ó n r í g i d a e n t r e r i c o s y p o b r e s, ... (ver texto completo)
s u g e n t e, q u e c o n v e r t i d a e n «nubes d e p a l o m a s s o b r e las c a s a s d e t o d os
a q u e l l o s a los q u e ha c o n o c i d o, a h o r a t i e n e n la c a r a h e r m o s a c o mo
n i ñ o s » 4.
La h i s t o r i a n o es l i n e a l, p u e s el n a r r a d o r e n c a d a c a p í t u l o relata
a n é c d o t a s d e l o s p e r s o n a j e s del p u e b l o c o n e s c a s a r e l a c i ó n e n t r e sí, p e ro
c u y o c o n j u n t o, u n i d o a s u s r e f l e x i o n e s y r e c u e r d o s, c o n s t i t u y e n la h i s t
o r i a d e la n o v e l a.
En la n o v e l a c o n v i v e n, a l t e r n á n d o s e, p o r u n a l a d o, l a s d i f e r e n t e s h i s t
o r i a s d e los p e r s o n a j e s, c o m o p e q u e ñ a s n a r r a c i o n e s c o m p l e t a s e n sí
m i s m a s y t r a í d a s a la n a r r a c i ó n c o m o r e c u e r d o s q u e el n a r r a d o r t i e n e de
s u p u e b l o, y p o r o t r o l a d o, las r e f l e x i o n e s del p e r s o n a j e - n a r r a d o r surgid
a s al h i l o d e e s o s r e c u e r d o s.
Hay, p u e s, d o s f o c o s d e a t e n c i ó n e n la n o v e l a: p o r u n a p a r t e, la
m i r a d a h a c i a el e x t e r i o r, h a c i a el p u e b l o, m i r a d a q u e d a p i e, a s u v e z, a
o t r a i n t r o s p e c t i v a, i n t i m i s t a q u e b u c e a e n el p a s a d o y p r e s e n t e d e l p e r s
o n a j e. Lo q u e, a p a r e n t e m e n t e, es u n a e v o c a c i ó n e x t e r n a, se c o n v i e r te
e n u n a c a t a r s i s p e r s o n a l.
La u n i d a d d e la o b r a s e c o n s i g u e c o n la v i s i ó n d e l n a r r a d o r. Es el
m i s m o p e r s o n a j e el q u e u n e los d i s t i n t o s e l e m e n t o s e n t r e sí, p u e s t o do
e s t á v i s t o y n a r r a d o d e s d e u n m i s m o p r i m a: su «yo».
P o r el r e l i e v e h a y p e r s o n a j e s p r i n c i p a l e s y s e c u n d a r i o s. El n a r r a d or
p a r t i c i p a e n la o b r a c o m o p e r s o n a j e p r i n c i p a l q u e s i r v e d e h i l o c o n d u c tor,
ya q u e es s u r e c u e r d o el q u e r e c r e a la v i d a d e l o s d e m á s p e r s o n a j
e s.
D e n t r o d e los p e r s o n a j e s h a y u n a j e r a r q u í a. D e u n o s s ó l o s e c u e n ta
s u h i s t o r i a b r e v e m e n t e, n o c o n o c i e n d o de ellos el l e c t o r s u s p e n s a m
i e n t o s; d e o t r o s, e n c a m b i o, c o n o c e m o s l o q u e p i e n s a n, p u e s el n a r r a d
o r n o s ó l o l e s d a la v o z e n o c a s i o n e s p a r a d i a l o g a r c o n e l l o s y p a r a q ue
é s t o s l o h a g a n e n t r e sí, s i n o q u e t a m b i é n n o s o f r e c e s u s r e f l e x i o n e s íntim
a s. Es, p u e s, u n n a r r a d o r o m n i s c i e n t e. C o m o e j e m p l o d e p e r s o n a j es
4. Ocho de Enero, Pág. 79-
6 79
PURIFICACIÓN ALCALÁ ARÉVALO
f u n d a m e n t a l e s p o d e m o s s e ñ a l a r, e n t r e o t r o s, a Rafael, el t o r e r o, a m i go
d e l p r o t a g o n i s t a con el q u e m a n t i e n e a g r a d a b l e s c o n v e r s a c i o n e s; a
D i o s p e l e o, p e r s o n a j e q u e h a b l a d e t o d a s s u s e x p e r i e n c i a s y d e la h i s t o r
ia d e su v i d a, etc. U n o s s o n v i s t o s p o r el n a r r a d o r c o n a g r a d o, o t r o s,
p r i n c i p a l m e n t e los p r o t o t i p o s del c a c i q u e, c o m o C o m e a r r o z o D o ña
V i c e n t a, n o le r e s u l t a n g r a t o s.
La c a r a c t e r i z a c i ó n o p i n t u r a de los p e r s o n a j e s se r e a l i z a d e dos
m a n e r a s: p o r la p r e s e n t a c i ó n del n a r r a d o r y p o r l o s a c t o s y d i c h o s del
p r o p i o p e r s o n a j e. P a r a la c a r a c t e r i z a c i ó n u t i l i z a t a m b i é n la n o m i n a c i ó n:
el n o m b r e d i c e c ó m o es el p e r s o n a j e. Por e j e m p l o «Robarina» s e l l a m a el
p e r s o n a j e q u e se h a h e c h o r i c o c o n a c t i v i d a d e s d e h u r t o, c o m o b i en
s e ñ a l a s u a p o d o.
P o r s u s c a r a c t e r í s t i c a s l o s p e r s o n a j e s s o n e s t á t i c o s, e s decir, se p r e s
e n t a n e n c a s i l l a d o s y c a r a c t e r i z a d o s s i n e v o l u c i ó n p s i c o l ó g i c a. El p e r s o n
a j e p r i n c i p a l, s i n e m b a r g o, e s d i n á m i c o, p u e s m a d u r a a p a r t i r d e las circ
u n s t a n c i a s q u e vive y q u e le h a c e n tomar p o s t u r a en la vida.
E f e c t i v a m e n t e, el n a r r a d o r - p e r s o n a j e se e n c u e n t r a e n u n m o m e n t o vital
d e r e f l e x i ó n p e r s o n a l, e n u n e s t a d o d e á n i m o d e s o l e d a d y, a la v e z, de
n e c e s i d a d d e c o n t a c t o, d e a f e c t o s o c i a l. H a b l a m u y p o c o d e su vida,
a u n q u e r e a l m e n t e, el t e m a p r o f u n d o d e la n o v e l a está e n el c h o q ue
v i v e n c i a l p r o p i o. H a y u n a d u a l i d a d e n t r e el n i ñ o q u e fue, i n t e g r a d o en
el p u e b l o c o n u n a s c i r c u n s t a n c i a s e x t e r n a s, s o c i a l e s e i d e o l ó g i c a s m uy
d e t e r m i n a n t e s p a r a su f o r m a c i ó n, y el h o m b r e a c t u a l q u e, a p r i o r i, t i e ne
q u e e n c o n t r a r s e e n o t r a s i t u a c i ó n s o c i a l e i d e o l ó g i c a, p e r o q u e a p e s ar
d e e l l o y e n su i n t e r i o r d e s e a f u n d i r s e c o n el p u e b l o.
T o d o s los p e r s o n a j e s a p a r e c e n t a n b i e n c a r a c t e r i z a d o s q u e t i e n en
v i d a p r o p i a. P o d r í a d e c i r s e q u e e s u n a n o v e l a d e p r o t a g o n i s t a c o l e c t i v o.
Es u n o d e los a c i e r t o s d e la o b r a. A e s a c r e d i b i l i d a d o v e r o s i m i l i t u d a y u d
a n d o s a s p e c t o s. P o r u n l a d o, el n a r r a d o r, c u a n d o h a b l a d e c a d a p e r s
o n a j e, se a d a p t a al p u n t o d e vista del m i s m o, a su m a n e r a d e s e n t i r y
d e v e r la r e a l i d a d, y p o r o t r o, el n a r r a d o r n o s ó l o les d e j a h a b l a r c o n el
l e n g u a j e t í p i c o q u e les c a r a c t e r i z a, s i n o q u e t a m b i é n él m i s m o lo
e m p l e a c u a n d o e s t á c o n e l l o s. En e s e s e n t i d o, la m i s m a u t i l i z a c i ó n de
a p o d o s p a r a n o m b r a r l o s e s t í p i c o d e l a m b i e n t e r u r a l e n q u e s e d e s a r r o l
la la a c c i ó n.
E s t o s p e r s o n a j e s c o n s t i t u y e n u n a s o c i e d a d c e r r a d a, a g r a r i a, m e d i e val
p o d r í a d e c i r s e, d o n d e el v a l o r f u n d a m e n t a l e s t á e n la p o s i c i ó n social ... (ver texto completo)
APUNTES SOBRE EL ESTILO Y LA LENGUA DE FRANCISCO
CASAS EN LA NOVELA OCHO DE ENERO
PURIFICACIÓN ALCALÁ ARÉVALO
Universidad de Sevilla
RESUMEN
En este trabajo nos proponemos realizar un análisis estilístico de la novela
Ocho de enero en dos aspectos íntimamente unidos. En primer lugar, como una
estructura compuesta por un conjunto de elementos solidarios: realidad representada,
autor-narrador, lector y recursos técnicos. En segundo lugar, como obra
inmersa en unas determinadas circunstancias: ... (ver texto completo)
http://cvc. cervantes. es/literatura/cauce/pdf/cauce1 8-19/cauce18-19_41. pdf

.
prueba
Y para esta no hay palabras, una obra de arte que refleja el amor que sentian los marqueses por la gente del pueblo de Linares... Una preciosidad
Pues gracias por brindarme la oportunidad de verla, me gustaria saber si se puede visitar, asi cuando vuelva por Linares será una de mis prioridades, es preciosa.
Saludos Ccarlos.
Mi mensaje es para, todos los que esten interesados en la cultura de Lianres y sobre todo para la concejala de cultura Macarena, ya se ianaguro lo que era la antigua carcel como museo, no podian hacer nada mejor, los artistas de Linares nada mejor sobre todo para los mas destacados, pero y los demas toreros y cantaores flamencos de Linares que son muchos donde estan, mi padre fue cantaor de flamenco y muy orgulloso de ser de Linares, yo aprendi a querer a Linares gracias a el, su nombre artistico ... (ver texto completo)
Estimado Julio:
No es que no me guste la historia de nuestra Jaén, es que cada cosa en su sitio. Si el problema es que ya se te han acabado las historias sobre Linares, te aseguro que hay mucha tela aun que cortar. Y como ejemplo y a modo de aportación, ahí va el resumen de un trabajo mío que ha publicado el Boletín del Instituto de Estudios Giennenses en su último número:
IGLESIAS RURALES, ERMITAS Y CAPILLAS DE LINARES HASTA EL SIGLO XIX
Una vez que la villa de Linares es reconquistada en el ... (ver texto completo)
A la atencio de D. Andres Padilla Ceron
Estimado Sr: Muy agradecido por la informacion facilitada que la introducido en mis archivos para conocer mejor Linares. Ya le explique mi compromiso moral con la Direccion de Pueblos de España que cuando solicitamn mi colaboracion estoy presto a cumplir sus deseos. Me agradaria saber si la proxima vez que me manden a intervenir en el foro de Linares si a Ud le agrada mas que incluya algun suceso de la epoca musulmana o bien un tema actual sobre el deterioro ... (ver texto completo)
A D. Andres Padilla
El motivo de incluir esta informacion es debida a que Linares como otras ciudades esta registrando muy baja participacion en este Foro y la direccion de Pueblos de España me manda todos los dias mas de doce mensajes de estas localidades invitandome a participar puesto que yo tengo en este Foro cerca de 900 mensajes. El problema es que ya he descrito en este foro de Linares su historia, arte y tradiciones y por este motivo he incluido la historia de la capital Jaen para entretenerles. ... (ver texto completo)
Estimado Julio:
No es que no me guste la historia de nuestra Jaén, es que cada cosa en su sitio. Si el problema es que ya se te han acabado las historias sobre Linares, te aseguro que hay mucha tela aun que cortar. Y como ejemplo y a modo de aportación, ahí va el resumen de un trabajo mío que ha publicado el Boletín del Instituto de Estudios Giennenses en su último número:
IGLESIAS RURALES, ERMITAS Y CAPILLAS DE LINARES HASTA EL SIGLO XIX
Una vez que la villa de Linares es reconquistada en el ... (ver texto completo)